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Imprensa

“… contou com a direcção serena e musical de Rui Massena”
Alexandre Delgado in Jornal Público

 

“Anteontem à noite reencontrei Wim Mertens no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. Mertens, pianista de excelência, 63 fresquinhos anos na pele, ofereceu ao auditório um memorável espetáculo. Ele e a Fundação Orquestra Estúdio, conduzida com maestria pela habitual elegância exuberante de Rui Massena…
Quer dizer: a arte de um experiente pianista, aliada ao saber de um experiente maestro, tocada por uma jovem orquestra redundou num grande espectáculo!”

Paulo Ferreira in Jornal Notícias

 

“Tanto as empolgantes “Symphonic Dances” extraídas do “West Side Story” por Leonard Bernstein, como a “Cuban Overture” de George Gerschwin, salpicada de ritmos das Caraíbas, que com redobrados pedidos para repetição fechava o concerto, foram acompanhadas com o estalar de dedos, ritmos intercortados e ele-mentos de jazz. Tudo isto encenado com muito ímpeto e energia pelo temperamental e instigante maestro português. O público jovem, que havia seguido o chamamento da associação musical, manifestou-se com ovações de pé por várias vezes.”
Áustria, Klagnfurt – Kleine Zeitung – Kultur, Helmut

 

“No es nada habitual ver a un director de orquesta, batuta en mano y vestido de riguroso frac, saltarse los protocolos de la música clássica y levantar los brazos de cara al público siguiendo el ritmo de los versos irreverentes de un rapero. Tampoco lo es que cambie el saludo formal del apretón de manos por un choca esos cinco. Pero eso es lo que tiene atreverse a dar un concierto de hip hop sinfónico: que se generan escenas inéditas y se crea un experimento sonoro único, que derriba todas las fronteras de los géneros y demuestra que la música puede ser lo que le dé la gana, yendo incluso más allá de lo que se espera de ella. (…) El cerebro de Sinfonic goes Da Weasel es Rui Massena, un joven director de orquesta de 33 anos que ya se había atrevido a compaginar pop y música clásica. Pero cuenta que quería ir todavía más allá, aventurarse con otros estilos que supusieran más limitaciones por el contraste aparente. (…) La noche prometía intensidad, pero lo que consiguieron transmitir fue tan transgresor y envolvente que nadie salió defraudado, salvo por la falta de bises y por querer inmortalizar esa atmósfera vibrante y expansiva.”
Sonia Domínguez in El Mundo – “Cultura”

“Rui Massena mostrou-se seguro e musical, conseguindo contornar airosamente os problemas colocados pela transparência das texturas orquestrais e conduzindo com um real ímpeto o número final, com o seu impressionante acelerando”
Virgílio Melo in Jornal Público

 

“A maior atração deste concerto foi a apresentação local do jovem director de orquestra português, que logrou brilhar por si mesmo e ao mesmo tempo motivar a orquestra para oferecer um bem calibrada versão da primeira sinfonia de Beethoven… Massena encontrou uma amálgama bem equilibrada entre cordas e ventos. As sonoridades foram brilhantes, claras e sempre adereçadas de uma contagiante emotividade. O público ofereceu merecidamente um longo aplauso ao jovem maestro Português…
Alejandro Fernandez in El Norte Monterrey, México

 

“…Rui Massena dirigiu com um pulso leve e com muito dinamismo o óptimo conjunto com o concertino Vito Imperato… um grupo orquestral com grande concentração, dirigido por um mesurado Massena que obteve um som procurado e equilibrado.
Aldo Matina in Giornale di Sicília – Cronaca di Catania

 

“Foi com uma ovação entusiasmada e por entre “Bravos” ao Maestro Rui Massena que terminou a apresentação da Orquestra Clássica da Madeira em Roma…
O jovem Maestro, possuidor de uma simpatia carismática, revelou-se uma das maiores promessas do panorama musical Português.”
Rui Pereira in Público

 

“….com o tom lírico do violoncelo, a Orquestra só teve de encontrar o equilíbrio. No entanto, não era suficiente, foi o Maestro Rui Massena que transformou a Orquestra num lúdico e alegre ensemble… A coragem e exactidão rítmica sobressaiu. A “Abertura Cubana” de Gershwin memorável!”
Fetztige Rhythmen